ESTUDO DIRIGIDO SOBRE O SISTEMA MUSCULAR

MIOLOGIA: ANATOMIA DOS PRINCIPAIS MÚSCULOS DO CORPO

As instruções para o desenvolvimento deste estudo dirigido constam da introdução do texto escrito para o texto anterior. Este também tem o mesmo escopo de complementação e enriquecimento de assuntos conhecidos e, ao mesmo tempo, funciona como um teste formativo. É uma oportunidade de testar conhecimentos, medir o progresso ou rendimento escolar na matéria. Os testes incluídos no corpo do texto facilitam essa mensuração. Para a realização da atividade, em miologia, também são requeridos recursos didáticos, tais como preparações anatômicas, livro e atlas. Na impossibilidade da utilização de peças anatômicas naturais, modelos industrializados podem ser usados em substituição.

MÚSCULOS QUE MOVIMENTAM A CABEÇA
Partes da cabeça podem ser movidas pela ação de músculos da mastigação, supra-hióideos e da expressão facial, além de músculos da língua e do palato. Os alunos que tiverem interesse em estudar esses músculos, por alto ou em profundidade, que leiam os capítulos pertinentes no livro indicado como principal bibliografia básica. Os capítulos dedicados a esses músculos são bastante completos. Como esse estudo não é exigido, por não fazer parte dos objetivos desta disciplina, isto pode ser encarado como leitura adicional de quem deseja aumentar sua cultura geral ou deseja crescer, especificamente, no aprendizado da Anatomia. Os professores estarão prontos para apoiar e acompanhar esse estudo extra.

Os músculos curtos da nuca ou suboccipitais são dois pares de retos posteriores e oblíquos que se estendem entre as duas primeiras vértebras cervicais e o osso occipital e flexionam a cabeça para trás. Esses músculos são recobertos por outros mais longos, o esplênio da cabeça, o semiespinal da cabeça e o trapézio, que também movem a cabeça posteriormente. Como o esplênio da cabeça se insere na linha nucal superior indo até o processo mastoide, ele pode, com o músculo esternocleidomastóideo, girar e flexionar a cabeça lateralmente. A cabeça é movimentada para frente por dois músculos pré-vertebrais que vão de vértebras cervicais até a parte basilar do occipital: o reto anterior da cabeça e o longo da cabeça.
Dos músculos citados, o esternocleidomastóideo traz especial interesse por ser superficial, grande, de fácil palpabilidade e de importante função. Comece seu estudo prático localizando em si o processo mastoide e vá correndo os dedos daí para baixo, acompanhando o músculo. Para facilitar, gire completamente a cabeça para um dos lados e ligeiramente para baixo e tateie o músculo no outro lado, de cima para baixo, até a cintura escapular, onde ele tem origem (ponto fixo). A origem esternal é mais evidente à palpação e seu tendão é bastante visível nas pessoas durante a contração muscular; a origem clavicular é menos perceptível. Como a inserção (ponto móvel) se faz no ?processo mastoide, sua posição é anterolateral no pescoço e a movimentação que produz é a do processo mastoide e, consequentemente, de toda a cabeça para o lado e para baixo. Isto faz com que o mento seja ligeiramente elevado em direção ao lado oposto.
Quando o estudo é feito em dupla ou em grupo, os componentes podem repetir todas essas ações, pessoalmente, para os outros observarem e se o estudo é feito individualmente, a palpação e a movimentação podem ser visualizadas no espelho. Estudo no laboratório de Anatomia deve ser acompanhado de dissecções anatômicas, que facilitarão sobremaneira a compreensão. Fotos ou desenhos dos atlas e mesmo dos livros também ajudam e não podem ser dispensados.

MÚSCULOS DO TRONCO
Músculos do dorso
– Comecemos pelo músculo trapézio, cujo contorno é totalmente distinguido em algumas pessoas magras e/ou musculosas, pelo fato de ser superficial. Ambos os músculos formam uma figura quadrilátera, trapezoide (em que as margens não paralelas são iguais). As margens superiores podem ser seguidas a partir do occipital (origem) em direção às clavículas e escápulas (espinha e acrômio), locais nos quais se ?inserem. Como a origem corresponde também aos processos espinhosos das vértebras torácicas e daí os feixes de fibras se inserem de ambos os lados nas espinhas da escápula, está assim formada a figura geométrica trapézio. Veja isto tudo nas peças anatômicas, nas ilustrações do atlas e nas costas das pessoas.
Suas origens presas nas vértebras promovem um sulco vertical de vez que os músculos verticais sob o trapézio, por serem volumosos, levantam suas fibras para formar duas elevações lineares aos lados do sulco, aprofundando-o.

Pela direção de suas fibras, entende-se logo que o músculo move os locais de inserção, levantando, abaixando e ?rodando a escápula. Mas, fazendo ponto fixo nas primeiras torácicas ele pode abaixar o occipital e, desta forma, estender a ?cabeça.

Outro extenso músculo superficial é o grande dorsal, que ocupa uns dois terços inferiores do dorso.
Se suas fibras superiores tivessem origem mais alta ou inserção mais baixa também seria de forma trapezoidal.
Geometricamente é semelhante a um triângulo, cujo ângulo superomedial está oculto pelo trapézio, que lhe é mais superficial. As fibras partem da larga linha de origem nos processos espinhosos de T6 até o sacro e crista ilíaca e seguem reduzindo as dimensões e dispondo-se em espiral para a inserção no sulco intertubercular do ?úmero (corresponde ao ângulo superolateral do suposto triângulo). Depois de ter visto o músculo dissecado e as fotos dos livros, e p ensando em anatomia de superfície, tente localizar a margem lateral do grande dorsal nas pessoas. Sua borda lateral corresponde à conhecida “asa” dos nadadores. As funções? Aduz, ?estende e roda ?medialmente o braço.

Totalmente encoberto pelo trapézio, nosso próximo músculo é o ?romboide. Trate de ver que, a partir de sua origem nos processos espinhosos de C7 a T5, as fibras correm, paralelamente, inclinadas de cima para baixo e de medial para lateral a fim de se inserirem na margem ?medial da escápula. Se na dissecção, o trapézio foi removido, o romboide ficará à mostra, mas se o trapézio permaneceu e está meio solto, levante-o para enxergar o romboide.
Não sabemos por que são considerados dois músculos romboides, o maior e o menor. Uma leve separação no alto, de um pequeno conjunto de fascículos de outro muito maior, ambos com as mesmas funções, levaram os anatomistas a considerá-los separadamente, como duas entidades anatômicas independentes. Por que, se são praticamente fundidos?
Olhando com atenção para o músculo, não precisa ser muito inteligente para deduzir ele não traciona a coluna vertebral em direção à escápula – tem de ser o contrário – daí, você conclui que, pela disposição das fibras o músculo romboide ?aduz a escápula, isto é puxa-a medialmente como no encolher os ombros (auxiliado pelo trapézio). Como as fibras não são horizontais, mas inclinadas, é claro que também levanta a margem medial da escápula na mesma ação, rodando-a.

Os vários músculos profundos do dorso formam duas massas alongadas, tendo ao meio a coluna vertebral. Estendem-se da cabeça ao sacro, com ventres musculares denominados longos, espinhais e iliocostais. Seu conjunto, em forma de coluna, é o músculo eretor da espinha, cuja ação é a ?extensão do tronco. Quando apenas o músculo esquerdo se contrai, ajudado por músculos abdominais, pelo iliopsoas e por outros músculos menores e mais profundos da coluna, o movimento do tronco será o de curvatura lateral esquerda ou o de rotação esquerda. Repetindo, para deixar bem claro, os músculos iliocostais, longos, espinhais, componentes do eretor da espinha, estendem a coluna vertebral ao agirem bilateralmente. Músculos do mesmo lado a inclinam lateralmente e também a rodam auxiliados por músculos do abdome. Não fazem a flexão ventral da coluna vertebral (ou do tronco); esta é feita após a contração dos músculos pré-vertebrais, do reto abdominal e do iliopsoas.
Você pode tentar decifrar o intrincado de músculos da coluna vertebral no tronco, para conhecer melhor, porque aqui resumimos tudo em poucas linhas. Você não terá à disposição peças anatômicas para isso (mesmo em laboratórios de Anatomia mais sofisticados não temos visto boas preparações, individualizadas, desses músculos). Resta recorrer a livros e atlas. No nosso estudo prático, verá apenas a referida massa alongada, robusta, romba, paralela à coluna vertebral e ao lado dela.
Continuando nosso resumo, as origens desses músculos estão situadas nos processos espinhosos e transversos de vértebras cervicais, torácicas e lombares até o sacro e as inserções nas costelas e processos transversos e espinhosos de vértebras cervicais, torácicas e lombares.

O músculo iliopsoas, já citado, na realidade é duplo: o ilíaco, que se origina na ?fossa ilíaca, e o psoas, com origem nas vértebras lombares (nos corpos e processos transversos das últimas vértebras torácicas e de todas as lombares). Acontece que ambos se inserem em uma pequena área, o ?trocânter menor do fêmur e devido a isto são considerados músculo único ou então, um músculo com duas cabeças.
Interessante é que ocorre o mesmo com dois músculos que se inserem no osso calcâneo por um tendão único e nem por isso eles são considerados um só músculo. O músculo iliopsoas, descrito entre os músculos do tronco, é também músculo do membro inferior.
Nos chamados exercícios abdominais, costuma-se dar mais importância ao reto do abdome do que ao iliopsoas. Nesses exercícios, a partir do decúbito dorsal, o músculo iliopsoas é sinergista do reto do abdome e vice-versa, se os membros inferiores estiverem estendidos. Se a intenção for fortalecer somente os músculos do abdome, pelo exercício físico, o melhor é flexionar a coxa e a perna e nesta ação entra firme o iliopsoas.
Por ser um músculo profundo e escondido, o iliopsoas não é tão valorizado como deveria ser. Mas, sua forma e seu tamanho sinalizam que é músculo vigoroso e realiza fortes movimentos.
Aluno: detenha-se na observação deste músculo em estudo que se prende em três pontos: a coluna dorsal, o ílio e o fêmur. Repare como os ventres cárneos são desenvolvidos, o que lhe dá potência para a realização dos movimentos de flexão da coxa e da coluna vertebral.
Veja atrás dele, entre a última costela e vértebras lombares e a crista ilíaca um músculo da parede posterior do abdome, o músculo quadrado lombar. Firmam o tronco ao agirem bilateralmente, puxando o tronco de encontro à pelve e cada um deles inclina a coluna vertebral para o seu lado.

Os músculos intercostais internos e externos são aqui descritos como músculos do dorso, mas continuam-se até o ventre. Vão da borda inferior das onze primeiras costelas e cartilagens costais às bordas superiores das costelas subjacentes, em posição cruzada. Os intercostais internos inserem-se também entre as cartilagens costais. Movimentam as ?costelas (mecânica respiratória), sendo que os externos as elevam e facilitam a inspiração e os internos são músculos da expiração. Os que se dispõem no espaço entre as quatro ou cinco cartilagens costais, apesar de serem internos, ajudam os externos na ação inspiratória.

Outro músculo, neste caso largo, único, interno, grande e esquelético (veja bem: esquelético), que age nos movimentos inspiratórios é o músculo ?diafragma. Ele e os músculos oblíquos e o transverso do abdome são importantes na respiração calma e no aumento da pressão intra-abdominal para facilitar a defecação, a micção, o parto e para facilitar o retorno do sangue ao coração, junto com a diminuição da pressão endotorácica. É que ao se contrair, o diafragma ?aumenta o volume da cavidade torácica e diminuir o da cavidade abdominopélvica, porque ele se coloca entre as duas, separando-as.
Estas noções lhe serão úteis na compreensão das ações dos sistemas respiratório e digestório. Aproveite, pois, a oportunidade de verificar bem a anatomia do diafragma. Investigue sua forma e constate que é delgado, tem periferia circular que se fixa nas costelas, esterno e vértebras lombares. Apresenta uma forma geral de cúpula, mais ou menos como aquela da parte superior do capacete de motociclista, com aberturas para a passagem de grandes vasos como a artéria aorta e a veia cava inferior e do esôfago. Sua parte periférica é cárnea, mas a central é ?tendínea (centro tendíneo). Na inspiração, puxando o centro tendíneo para baixo, aumenta o volume do tórax.
Alguns músculos escapulares com sua maior parte no dorso, mas que pertencem à cintura escapular, serão tratados com os músculos do membro superior.

Músculos ventrais do tronco – Situado no peito, que é a parte ventral do tórax, o vasto músculo peitoral maior, bastante superficial, cobre grande parte das costelas. Suas fibras convergem para se inserir no tubérculo ?maior do úmero (o de trás).
Fazendo uma comparação com um músculo do dorso (o grande dorsal) vemos muitas semelhanças entre eles. Ambos são de grandes proporções, superficiais, escondem as costelas, inserem-se no úmero (um ao lado do outro) e realizam a adução e a rotação do braço -- mas enquanto o peitoral o flexiona o dorsal o estende.
O exame deste músculo no cadáver é essencial, mandatório mesmo. Examine-o atentamente e constate as direções de seus fascículos. Procure sua linha de origem e o local de inserção, que seguem a norma de ser grande na origem e pequeno na inserção. Perceba sua proximidade com o músculo deltoide e com o bíceps braquial. Quando passa do tórax para o úmero, forma uma prega limitante da axila, que coberta de pele é chamada de dobra anterior da axila, perfeitamente reconhecível no cadáver e perfeitamente palpável em si.
Devido à sua origem na ?clavícula, ?esterno e seis primeiras cartilagens costais e inserção no tubérculo maior do úmero, não é complicado entender que o músculo aduz, flexiona e roda ?medialmente o braço.
Porém, funções secundárias podem lhe ser atribuídas: sua parte clavicular levanta o braço e a parte esternocostal abaixa; quando os membros superiores estão fixados, ele pode levantar o corpo; finalmente age nos movimentos de lançar, empurrar e cavar.
O peitoral maior cobre completamente o peitoral menor, músculo que vai da segunda, terceira, quarta e quinta costelas ao processo ?coracoide. Sua função é abaixar a ?escápula. Mas, analisando-o bem, podemos imaginar para ele outra função, a de levantar as costelas. Não seria o único músculo a trocar origem por inserção e vice-versa.
Completando o quarteto dos extensos músculos superfi¬ciais que envolvem a caixa torácica, temos o serrátil anterior, um antagônico do romboide na movimentação da escápula. Sua origem a partir das nove primeiras ?costelas pode ser reconhecida em alguns indivíduos pelo seu aspecto denteado ou serrátil (daí o nome do músculo). Sua origem, portanto, é visível, mas, à medida que sobe tangenciando as costelas no dorso em direção à escápula, já não é mais aparente. Insere-se na margem medial da escápula e forma a parede medial da fossa axilar. Roda a escápula, de tal modo que sua metade superior inclina-se para medial e a metade inferior para lateral. Ajuda o deltoide na abdução do braço e, depois da posição horizontal, levanta o braço.

A parede do abdome é constituída por cinco músculos de cada lado, que se estendem do tórax à pelve: quadrado lombar, oblíquo externo, oblíquo interno, transverso do abdome e reto do abdome. Este último está envolvido por uma fáscia, a bainha do reto do abdome, cuja borda medial se une na linha mediana com a do lado oposto, para formar a chamada linha ?alba.
Menção já foi feita sobre o músculo quadrado lombar, durante a descrição do iliopsoas.
Os músculos do abdome se colocam em camadas, cada um deles disposto em direção diferente, produzindo interdigitações (cruzamentos) que aumentam a resistência da parede abdominal.
Mesmo assim, e apesar de exercícios musculares, é forte a tendência ao aumento volumétrico do abdome já que não tem proteção óssea como o tórax. Por causa disso, cada um tem de cuidar de fortalecer a própria musculatura e evitar acúmulo de tecido adiposo entre os músculos e a pele. Caso contrário, fica aquela coisa feia, proeminente! Pois é, meu caro (minha cara): cuide-se e fique em boa forma física.

As fibras do músculo oblíquo externo do abdome são inclinadas de medial para lateral, devido a origem nas oito costelas inferiores e inserção na ?crista ilíaca e linha alba. As fibras do músculo oblíquo interno do abdome são inclinadas de lateral para medial, com origem na ?crista ilíaca e fáscia toracolombar e inserção da linha alba até o púbis.
As fibras mais inferiores do oblíquo interno continuam-se em direção ao canal inguinal e daí ao escroto. Forma o músculo cremáster do homem, que envolve o testículo.
Já foi dito que eles se cruzam e então, com toda a sua inteligência, já deduziu que o externo cobre o interno. O primeiro é superficial e o segundo é profundo em relação ao primeiro. Certo?
Mais profundo ainda é o transverso do abdome, que também faz cruzamento com os dois precedentes porque ele é de disposição horizontal. Circunda o abdome devido sua origem na ?crista ilíaca e cartilagens costais inferiores e inserção na linha alba até o púbis.
Funções -- Este músculo transverso somente ?comprime o abdome, aumentando a pressão intra-abdominal. Os dois oblíquos, além de comprimir o abdome, rodam a coluna vertebral.
Pena que não dá para preparar cada um desses músculos inteirinho, completo. Se o dissecador fizer isso, terá de eliminar os outros. Então eles vão sendo rebatidos, de fora para dentro, até onde der. Isto sem falar em mais um músculo que precisa ser apresentado (descrição a seguir), mas que felizmente oculta apenas pequena parte dos outros. Se as faculdades tivessem cadáveres sobrando...

O músculo reto do abdome é o quarto músculo da região e o mais superficial de todos. Cruza verticalmente os demais e deles herda a fáscia que o envolve completamente, formando a bainha do reto. Vai do púbis ao ?processo xifoide e cartilagens costais inferiores. Comprime o abdome e ?flexiona a coluna vertebral.
O modo de flexionar, ora levantando o tronco do chão, ora levantando o quadril, faz com que a área de origem e a de inserção sejam trocadas, conforme o exercício. Aproveitando o ensejo, realize esse tipo de exercício abdominal para entender o que estamos dizendo. Faça uns 200 de uma vez todos os dias e você ficará com uma barriga tipo “tanquinho”, que todos admiram e querem ter. Depois você nos agradece.
Uma característica interessante e incomum do reto do abdome é ser interrompido por três ou quatro intersecções tendíneas transversais e, portanto, horizontais. Quando há hipertrofia de cada ventre muscular entre duas intersecções, devido a exercícios físicos, o abdome de perfil ondulado e as bandas fibrosas da intersecção ficam bem aparentes. Veja isto no espelho (será que vai dar pra ver?).

Teste seu conhecimento
- Dê alguns exemplos de movimentos de força (naturais, realizados no dia a dia) do braço e da escápula, nos quais os músculos peitoral maior, grande dorsal e trapézio são acionados.
- Dê alguns exemplos de movimentos de força (naturais, realizados no dia a dia) do tronco, nos quais os músculos romboide, oblíquo externo do abdome e reto do abdome são acionados.
- Em quais ossos se inserem (inserção = ponto móvel) os seis músculos mencionados nas duas primeiras questões?
- Se não existissem os músculos diafragma e reto do abdome, quais movimentos ou funções não poderiam ser realizados? No caso do reto do abdome, qual músculo o substituiria no movimento da coluna vertebral?
- Desenhe os músculos peitoral maior, trapézio e grande dorsal. Se não conseguir desenhar, descreva-os (descrição = quais são suas formas, onde se situam, sobre quais músculos se localizam, de onde se originam, qual é o modo peculiar de inserção de cada um, por que o trapézio consegue movimentar a cabeça além da escápula, quais são suas funções)

Complete:
- O músculo reto do abdome promove o movimento de ?flexão do tronco e o músculo oblíquo interno do abdome promove o movimento de ?compressão do abdome e ?rotação da coluna vertebral.
- O músculo diafragma promove o movimento de ?abaixamento do centro tendíneo durante a inspiração e o músculo grande dorsal, além da adução, promove os movimentos de ?extensão e ?rotação do braço.
- As fibras mais inferiores do trapézio ?abaixam a escápula e o músculo transverso do abdome ?comprime o abdome. Pela sua fixação no osso occipital, o músculo trapézio ?estende a cabeça.
- Os dois músculos oblíquos do abdome promovem a ?rotação do tronco (ou da coluna vertebral). O músculo peitoral maior age no braço produzindo os três seguintes movimentos: rotação medial, ?adução e ?flexão.
- Os músculos reto do abdome e iliopsoas promovem a ?flexão do tronco (ou da coluna vertebral). Os dois principais músculos adutores do braço são o ?peitoral maior e o ?grande dorsal. - Dos músculos do tronco que se inserem na escápula, os três principais movimentadores da escápula são o músculo romboide (maior e menor), o músculo ?trapézio e o músculo ?serrátil anterior
- O músculo deltoide promove o movimento de ?abdução do braço e o músculo braquiorradial promove o movimento de ?flexão do antebraço, juntamente com o bíceps braquial e também com o músculo ?braquial.

O músculo romboide promove principalmente o seguinte movimento da escápula:
() abdução; () rotação; () elevação; () adução; () abaixamento. ?quarta
O músculo que promove a flexão da coluna vertebral é o:
() grande dorsal; () reto abdominal; () oblíquo externo do abdome; () romboide; () nenhum deles. ?segunda
Os músculos que movem diretamente a escápula são:
() romboide e trapézio; () grande dorsal e serrátil anterior; () serrátil anterior e peitoral maior; () trapézio e grande dorsal; () peitoral maior e grande dorsal. ?primeira
Os músculos que movem diretamente o braço são:
() romboide e trapézio; () trapézio e grande dorsal; () romboide e serrátil anterior; () , serrátil anterior e peitoral maior; () peitoral maior e grande dorsal. ?quinta

Relacione a coluna da esquerda com a da direita, colocando nos parênteses as letras correspondentes:

A. músculo oblíquo interno do abdome () separa o tórax do abdome ?C
B. músculo grande dorsal () é rotador da coluna vertebral ?A
C. músculo diafragma () aduz e estende o braço ?B
D. músculo trapézio () insere-se no tubérculo menor do úmero ?E
E. músculo redondo maior () insere-se no processo xifoide e cartilagens costais inferiores ?F
F. músculo reto abdominal () insere-se na clavícula e na escápula ?D
G. músculo serrátil anterior () abduz e roda a escápula ?G


Relacione a coluna da esquerda com a da direita, colocando as letras nos parênteses.

A. faz a adução da escápula () músculo oblíquo interno ?E
B. tem origem no púbis () músculo serrátil anterior ?F
C. faz a extensão da coluna vertebral () músculo romboide ?A
D. tem inserção no tubérculo maior do úmero () músculo eretor da espinha ?C
E. é sinergista do oblíquo externo na rotação da coluna () músculo peitoral maior ?D
F. tem origem nas nove primeiras costelas () músculo reto do abdome ?B


Preencha os seis espaços vazios no Quadro abaixo.

Resumo dos principais músculos do tronco

Músculo Origem Inserção Função
Trapézio   Clavícula e escápula (espinha e acrômio) Levanta, abaixa e roda a escápula
Romboide (Maior e Menor) Processos espinhosos de C7 a T5 Margem medial da escápula  
Grande Dorsal Processos espinhosos de T6 até o sacro e crista ilíaca   Aduz, estende e roda medialmente o braço.
Peitoral Maior Clavícula, esterno e seis primeiras cartilagens costais Tubérculo maior do úmero  
Serrátil Anterior   Margem medial da escápula Abduz e roda a escápula
Reto do Abdome Púbis   Comprime o abdome e flexiona a coluna vertebral.


Respostas: (pela ordem de sequência): As longas respostas das cinco primeiras perguntas na são dadas aqui, mas podem ser discutidas em sala de aula; flexão, compressão, rotação, abaixamento, extensão, rotação, abaixam, comprime, estende, rotação, adução, flexão, flexão, peitoral maior, grande dorsal, trapézio, serrátil anterior, abdução, flexão, braquial, quarta, segunda, primeira, quinta, C, A, B, E, F, D, G -- E, F, A, C, D, B. Para conferir os vazios do Quadro, consulte novamente o texto ou o livro.

MÚSCULOS DO MEMBRO SUPERIOR
Músculos que movimentam o braço
– Comece você, citando dois deles. Ora, vamos lá, já os estudou! Pense... É claro que você se lembrou do ?peitoral maior e do grande dorsal que se inserem no úmero, Porém, os restantes não foram aqui citados. São eles os músculos escapulares, os que têm origem na escápula.
Além de mover o membro superior, esses músculos ajudam a manter a cabeça do úmero em posição, estabilizando a articulação escapuloumeral e evitando luxações. Quatro desses músculos (supraespinal, infraespinal, ?subescapular e redondo menor) fundem-se entre eles e com a cápsula articular perto da inserção e formam uma bainha musculotendínea, conhecida como bainha rotadora ou ?manguito rotador.

O mais superficial de todos é o músculo ?deltoide, aquele músculo robusto da injeção no braço.
Distendendo-o, ele mostra um contorno em triângulo (delta) com base superior e vértice inferior. Uma pergunta: a inserção é a base ou o vértice? Deverá responder corretamente pelo fato de já ter sido informado que a origem via de regra é ampla e a inserção adstrita a uma pequena área. Na anatomia de superfície logo se reconhece o deltoide. Palpando-o com o braço pendido do corpo ele é flácido, mas à medida que o braço vai sendo abduzido o músculo vai se tornando cada vez mais rígido. Sua visão por inteiro, no cadáver, permite ver posição, direção das fibras, áreas de fixação e permite deduzir suas ações. Sabendo que a origem é em cima e a inserção em baixo (no úmero), deduz-se que ele só pode movimentar o úmero. Mas, que tipos de movimento?
Da frente para trás, o músculo deltoide tem origem na clavícula, no ?acrômio e na espinha da escápula. A inserção é na tuberosidade ?deltóidea. Cobre toda a articulação do ombro, com a parte clavicular à frente dela, a parte escapular atrás e a parte acromial no meio das duas. Estas partes têm certa independência ou autonomia, podendo realizar movimentos diferentes, mas quando as três se contraem ao mesmo tempo, o braço é aduzido até ficar na horizontal. Aí mantêm a posição quando se faz movimentos horizontais com o braço, como pintar uma parede, riscar a lousa com giz.
O músculo supraespinal e o músculo infraespinal têm origem, respectivamente, na ?fossa supraespinal e nos dois terços mediais da fossa infraespinal da escápula. Ambos inserem-se no tubérculo ?maior do úmero, o supra à frente e acima do infra, depois de passarem pela cápsula articular da escapuloumeral, aderidos a ela. Pela sua posição, depreende-se que o supraespinal é um abdutor do braço.
Para vê-los no cadáver de laboratório, é preciso liberá-los dos músculos trapézio e deltoide, que os cobrem. Então, o que se verá é a face posterior da escápula oculta pelos dois músculos, com exceção de suas partes mais salientes – espinha e margem medial.
O terço lateral da fossa infraespinal nas imediações da margem lateral que sobra depois da inserção do músculo infraespinal é ocupado pelas inserções dos músculos redondo menor, mais acima, e ?redondo maior, mais abaixo até o ângulo inferior. O redondo maior abraça o úmero pela frente e o menor faz o mesmo por trás e ambos se inserem no próprio úmero (o redondo menor no tubérculo maior e o maior no tubérculo menor). É por este motivo que o maior roda medialmente e o menor roda lateralmente o braço.
O músculo subescapular tem origem na fossa subescapular e cruza a frente do úmero para a sua inserção no ?tubérculo menor. Desta forma, indo de medial para lateral e de posterior para anterior, realiza o movimento de rotação ?medial do braço.
O músculo coracobraquial (coraco = processo coracoide e braquial = braço), com origem no processo coracoide e inserção, como os anteriores, também é no ?úmero, porém na diáfise. Se você estiver determinado a concluir qual é a sua ação principal, depois de examiná-lo bem, por certo irá declarar que é a adução (para ser abdução, ele teria que alongar-se e empurrar o úmero, o que é impossível). De acordo com a sua inserção na superfície anteromedial do úmero, não poderia realizar outro movimento que não fosse a ?flexão; uma flexão meio pra dentro, em sinergia com o ?peitoral maior e com a porção anterior ou clavicular do deltoide.
Em resumo, o braço é levado aos seguintes movimentos pelos seguintes músculos: flexão (coracobraquial, ?deltoide e peitoral maior); extensão (deltoide, redondos e ?grande dorsal); rotação medial (peitoral maior, grande dorsal, deltoide, subescapular e redondo maior); rotação lateral (deltoide, infraespinal e redondo menor); adução (peitoral maior, grande dorsal, ?coracobraquial e redondos); abdução (deltoide e ?supraespinal). Quando o deltoide abduz o braço, os músculos supraespinal, infraespinal, subescapular e redondos mantêm a cabeça do úmero em posição para evitar que a força do deltoide puxe o úmero em direção ao acrômio.

Respostas (pela ordem de sequência): peitoral maior, subescapular, manguito rotador, deltoide, acrômio, deltóidea, fossa supraespinal, maior, redondo maior, tubérculo menor, medial, úmero, flexão, peitoral maior, deltoide, grande dorsal, coracobraquial, supraespinal.

Teste seu conhecimento

Dê alguns exemplos de movimentos de força (naturais, realizados no dia a dia) do antebraço, nos quais os músculos bíceps do b raço, braquial e tríceps do braço são acionados.
Dê alguns exemplos de movimentos de força (naturais, realizados no dia a dia) do braço e da escápula, nos quais os músculos deltoide, supraespinal e redondo maior são acionados.
Em quais ossos se inserem (inserção = ponto móvel) os seis músculos mencionados nas duas primeiras questões?
Se não existisse o músculo bíceps braquial, quais movimentos ou funções não poderiam ser realizados?
Quais são todos os músculos que se fixam (tanto faz inserção como origem) na escápula?
Quais são as funções dos músculos que têm origem na escápula e inserção no úmero?

São músculos que têm origem na escápula e inserção no úmero:
() deltoide, supraespinal, serrátil anterior e infraespinal () coracobraquial, infraespinal, peitoral menor e subescapular () redondo maior, deltoide, grande dorsal e redondo menor () redondo menor, coracobraquial, deltoide e subescapular ?quarta
Os músculos que movem o antebraço são:
() coracobraquial, bíceps braquial, tríceps braquial e braquial () braquial, braquiorradial, coracobraquial e bíceps braquial () bíceps braquial, braquiorradial, tríceps braquial e braquial () tríceps braquial, braquial, bíceps braquial e deltoide ?terceira
O músculo que aduz (faz adução) a escápula é o:
() redondo maior; () infraespinal; () subescapular; () romboide; () nenhum deles. ?quarta
Os músculos que flexionam o antebraço são:
() bíceps braquial e braquial; () braquial e tríceps braquial; () bíceps braquial e tríceps braquial; () deltoide e braquial; () bíceps braquial e deltoide. ?primeira

Complete:
- O músculo tríceps braquial promove o movimento de ?extensão do ?antebraço e o músculo gastrocnêmio promove o movimento de ?flexão plantar do pé.
- A origem do músculo tríceps braquial é no ?úmero e na ?escápula e a inserção é no ?olécrano.

Preencha os seis espaços vazios no Quadro abaixo.
Resumo dos principais músculos que movimentam o antebraço

Músculo Origem Inserção Função
Bíceps braquial   Tuberosidade do rádio Flexiona o antebraço, ajuda a flexionar o braço e a supinar o antebraço
Braquial Úmero   Flexiona o antebraço
Tríceps braquial   Olécrano  
Braquiorradial   Processo estiloide do rádio  


Preencha os seis espaços vazios no Quadro abaixo.
Resumo dos principais músculos que movimentam o braço

Músculo Origem Inserção Função
Deltoide   Tuberosidade deltóidea do úmero  
Coracobraquial   Úmero Flexiona e aduz o braço
Subescapular   Tubérculo menor do úmero Roda medialmente o braço
Supraespinal Fossa supraespinal da escápula Tubérculo maior do úmero  
Infraespinal Fossa infraespinal da escápula Tubérculo maior do úmero  


Respostas (pela ordem de sequência): As longas respostas das cinco primeiras perguntas na são dadas aqui, mas podem ser discutidas em sala de aula, quarta, terceira, quarta, primeira, extensão, antebraço, flexão plantar, úmero, escápula, olécrano. Para conferir os vazios dos Quadros, consulte novamente o texto ou o livro.

Músculos que movimentam o antebraço e a mão – A movimentação do antebraço é realizada por músculos que vão da escápula ou do úmero aos ossos do antebraço. Como o antebraço não faz movimentos de adução e de abdução, eles são apenas flexores e extensores. Os três flexores (bíceps braquial, ?coracoide e braquiorradial) sobrepujam em força os dois extensores (tríceps braquial e ancôneo), não somente porque são três músculos e os extensores apenas dois (um deles muito pequeno), mas também porque eles têm três origens com três inserções todas diferentes, uma distante da outra.
O bíceps braquial tem origem na escápula (tubérculo supraglenoidal e processo ?rádio) e inserção na tuberosidade do ?rádio. O braquial vai da porção média do úmero à tuberosidade da ulna e o braquiorradial da porção distal do úmero ao processo estiloide do ?extensor. O somatório de todas essas trações, em diferentes áreas confere grande força ao movimento. Além da flexão, o bíceps também é sinergista na flexão do braço e na supinação do antebraço.

Todo laboratório de Anatomia tem bom material didático para a verificação dos músculos do membro superior. Assim sendo, aproveite ao máximo sua permanência no laboratório. Sugiro que comece pelo braquiorradial, bem evidente no antebraço, de 30 cm ou mais de comprimento, com origem no úmero perto da articulação do cotovelo, a qual ele cruza. Como as inserções dos outros flexores são nos ossos do antebraço eles também cruzam essa articulação, medialmente ao braquiorradial. As duas cabeças do bíceps braquial iniciam-se por tendões de origem (um mais longo que o outro) – examine seus locais de origem e a relação do tendão longo com o sulco intertubercular. Veja também o ponto em que as duas cabeças se fundem. Levante, com cuidado para não estragar a peça, o bíceps e veja sob ele boa extensão do músculo braquial. Na sequência, reposicione o bíceps e perceba que a espessura da porção mais lateral do braquial pode ser vista. Perceba a mesma coisa em você próprio ou no colega com o antebraço semiestendido e em contração; aparece uma elevação alongada correspondente ao braquial. Na mesma posição, o braquiorradial também é perceptível e, para melhorar a percepção, gire ou peça ao colega para girar o antebraço com força no sentido da pronação. O bíceps em contração, que desde criança você costuma exibir, contraia uma vez mais, agora entendendo que na contração o músculo perde comprimento e ganha periferia, atraindo para a origem o ponto de inserção com o osso no qual se insere e fazendo diminuir o ângulo da articulação do cotovelo. Quando for estudar o tríceps braquial, repita essa operação, mas ao contrário. Com a extensão o músculo ficará bem aparente e poderá ser observado e apalpado.
O tríceps braquial é antagonista dos flexores e, portanto ?escápula do antebraço. Sua cabeça mais longa origina-se no tubérculo infraglenoidal da ?olécrano e as outras duas no úmero. A inserção é no ?olécrano, onde também se insere o pequeno ancôneo, músculo também extensor cuja origem vem do epicôndilo lateral do úmero.
Se você deseja estudar os músculos pronadores (pronador redondo, quadrado) e o supinador faça isso por sua conta, no livro. Nós não exigimos. A mesma recomendação serve para músculos que movimentam a mão ou alguns dedos e que aqui não serão relacionados.

Para completar o estudo do membro superior, falta abordar os músculos que flexionam, estendem, aduzem e abduzem a mão. Os flexores e extensores dos dedos também. De modo geral, os flexores da mão e dos dedos têm origem no epicôndilo ?medial do úmero, seus ventres cárneos percorrem a parte anterior do antebraço e os tendões se inserem em ossos do carpo ou nas falanges dos dedos. O músculo braquiorradial, já descrito, também percorre o antebraço, mas não aciona mão ou dedos.
Especificamente, os músculos flexores superficiais que podem ser vistos na parte anterior do antebraço são: flexor radial do carpo, flexor ulnar do carpo, ?palmar longo e flexor superficial dos dedos. Inserem-se em ossos do carpo e/ou do metacarpo, com exceção do palmar longo, que termina na aponeurose palmar, e o músculo que vai para os dedos e termina nas falanges médias.
Como músculo flexor profundo, deve ser estudado o flexor profundo dos dedos, que se insere nas falanges distais.
Os extensores superficiais originam-se no epicôndilo ?lateral, situam-se na parte posterior do antebraço e se inserem do outro lado (posterior) de ossos do carpo ou das falanges. Os superficiais são: o extensor radial longo do ?carpo, o extensor radial curto do carpo, o extensor ulnar do carpo e o extensor ?dos dedos. Os três extensores do carpo inserem-se na base de ossos metacarpais e o extensor dos dedos, que é assim chamado porque não existe um extensor profundo, nas falanges médias e distais. Os extensores e o flexor do lado do rádio, também promovem a ?abdução da mão. Ao contrário, o extensor e o flexor do lado da ulna promovem a adução da mão.
Os músculos profundos posteriores do antebraço vão para o polegar e indicador. O polegar tem oito músculos: dois flexores, dois extensores, dois abdutores, um adutor e um oponente e o indicador, mais um extensor. O dedo mínimo também tem um abdutor e um oponente. O abdutor curto, o flexor curto, o oponente e o adutor formam a eminência tenar.
De ambos os lados do carpo há uma extensão fibrosa, semelhante a uma fáscia, os retináculo dos flexores e o retináculo dos extensores, que mantêm em posição os tendões dos músculos que terminam nos dedos.
Os músculos intermediários da mão (lumbricais e interósseos) não foram relacionados.

Respostas (pela ordem de sequência): braquial, coracoide, rádio, rádio, extensor, escápula, olécrano, medial, palmar longo, lateral, carpo, dos dedos, abdução.

Teste seu conhecimento
Relacione a coluna da esquerda com a da direita, colocando nos parênteses as letras correspondentes.

A. músculo deltoide () faz a abdução da mão ?F
B. músculo bíceps braquial () antagonista do músculo flexor superficial dos dedos ?G
C. músculo braquiorradial () ajuda o bíceps braquial na flexão do antebraço ?C
D. músculo tríceps braquial () antagonista do músculo braquial ?D
E. músculo palmar longo () agonista principal na flexão do antebraço ?B
F. músculo flexor radial do carpo () sinergista (coadjuvante) na flexão da mão ?E
G. músculo extensor dos dedos () faz a abdução do braço ?A


4. Preencha os sete espaços vazios no Quadro abaixo
Resumo dos principais músculos que movimentam a mão e os dedos

Músculo Origem Inserção Função
Palmar longo   Aponeurose palmar Mantém tensa a aponeurose palmar e ajuda a flexionar a mão
Flexor radial do carpo Epicôndilo medial do úmero   Flexiona e abduz a mão
Flexor ulnar do carpo Epicôndilo medial do úmero Ossos carpais e base de metacarpais  
Extensor radial longo (e radial curto) do carpo   Ossos carpais e base de metacarpais Estendem e abduzem a mão
Extensor ulnar do carpo Epicôndilo lateral do úmero Ossos carpais e base de metacarpais  
Flexor superficial (e Flexor profundo) dos dedos Epicôndilo lateral do úmero   Flexiona os dedos
Extensor dos dedos   Falanges dos dedos II a V Estende os dedos


Respostas (pela ordem de sequência): F, G, C, D, B, E, A. Para conferir os vazios dos Quadros, consulte novamente o texto ou o livro.

MÚSCULOS DO MEMBRO INFERIOR
Músculos que movimentam a coxa e a perna
– Comecemos pelos glúteos: situados entre a pelve e o fêmur, o músculo glúteo máximo, mais superficial, cobre o glúteo médio, que cobre o glúteo mínimo. Os três formam uma massa saliente respeitável na região glútea (nádega). O glúteo máximo tem ampla linha de origem no ílio, ?sacro e cóccix. Suas fibras são inclinadas lateroinferiormente em direção à coxa para se inserirem na tuberosidade glútea do fêmur e trato iliotibial da fáscia lata.
No laboratório, note a origem, inserção, direção das fibras, partes dos músculos que ele cobre e, se estiver seccionado, levante-o para ver primeiramente o músculo glúteo médio, que tem larga origem no ílio, acima da origem do glúteo mínimo, no mesmo osso. O médio e o mínimo seguem juntos em direção ao trocânter maior do fêmur, local da inserção. Com maior visão da região após o rebatimento do músculo glúteo máximo e depois do glúteo médio, você verá o glúteo mínimo e mais os músculos menores piriforme, gêmeo superior (por entre os quais emerge o grande nervo isquiático), obturador interno e gêmeo inferior, nesta ordem de cima para baixo. Verá também as origens dos músculos iliotibiais no túber isquiático.
Ações: O músculo glúteo máximo ?estende, roda lateralmente e abduz a coxa. O músculo glúteo médio e o mínimo, que vão do ílio ao fêmur – inserem-se no ?trocânter maior -- abduzem e rodam ?medialmente a coxa.
Os demais músculos posteriores da coxa são os cognominados iliotibiais ou músculos do jarrete, que são o bíceps femoral, o semimembranáceo e o semitendíneo. Todos os três cruzam duas articulações porque têm origem no ?túber isquiático e inserção na tíbia. Ultrapassam, consequentemente, a articulação do quadril e a do joelho. Por isso mesmo agem sobre ambas, estendendo a coxa e ?flexionando a perna. Os três músculos descem pela coxa, inicialmente, um ao lado do outro, mas no terço distal divergem, tomando rumos diferentes. O semimembranáceo, mais largo e volumoso, e o semitendíneo encontram-se medialmente, formam o limite medial da fossa poplítea e vão se inserir no côndilo medial da ?tíbia. O bíceps femoral, único formador do limite lateral da fossa ?poplítea, é maior que os anteriores e difere deles por ter mais uma área de origem (na linha áspera do fêmur) e de inserção (na fíbula).
Se você estiver sentado, contraia esses músculos e corra os dedos pelo tendão do bíceps femoral perto do joelho, na lateral. Em seguida faça o mesmo do lado medial e tente identificar os tendões do semimembranáceo e do semitendíneo. Este último é medial em relação ao primeiro, mais fino e perfeitamente distinguível, enquanto que o tendão do semimembranáceo, disposto medialmente, acompanha o maior tamanho do ventre muscular e apresenta um tendão mais espesso. Constate que na inserção do semitendíneo, na face medial da tíbia, ele se une ao tendão de origem dos músculos grácil e sartório e esse conjunto é conhecido como pé anserino, a chamada “pata de ganso”.
Depois, confirme isso tudo na peça anatômica. Deste modo estará fazendo um estudo muito rico, com leitura, análise crítica (é o que esperamos de você), anatomia palpatória, acompanhamento com as peças dissecadas e comparação com as ilustrações do atlas. Quer mais que isso?
Os três músculos posteriores da coxa, que são extensores da coxa e flexores da perna, também agem como rotadores: os dois mediais, na rotação medial e o bíceps femoral, na rotação lateral.
Os músculos anteriores da coxa são representados pelo quadríceps femoral (reto femoral, vasto medial, vasto lateral e vasto intermédio) e pelo sartório. Os dois mais superficiais são o reto femoral e o sartório. Ambos têm origem no ?ílio e, por conseguinte, cruzam a articulação do quadril que movimentam durante a contração. O movimento é de ?flexão, se bem que o sartório é também sinergista na abdução. Os três vastos originam-se na diáfise do fêmur e, portanto, não podem movimentar a coxa; somente a perna porque cruzam a articulação do joelho. Antes de fazerem esse cruzamento, seus tendões vão se livrando das fibras cárneas, unem-se, englobam o osso sesamoide patela e esse tendão único, agora com o nome de ligamento patelar, insere-se na ?tuberosidade da tíbia. Pela sua posição, o tendão estende a tíbia numa tração reta para frente (para cima na posição sentada). É especialmente importante nas ações de correr, saltar e subir. O músculo sartório que também se insere na tíbia, mas na face medial, ?flete a perna deslocada para medial, como na maneira de cruzar a perna em cima da coxa.
No exame que irá fazer na peça anatômica, procure o vasto intermédio numa posição profunda em relação ao reto da coxa. Fica escondido por este. Tente localizar todas as origens e inserções citadas. Repare que o sartório desce cruzando a coxa de lateral para medial. Dependendo da extensão da dissecção, dará para ver o músculo iliopsoas indo para o fêmur, abaixo da região inguinal. O iliopsoas ajuda a aumentar a potência do reto femoral, que é conhecido como “músculo do chute”.
Vamos agora para o grupo medial de músculos – os adutores da coxa. Três deles levam os nomes de sua função: o adutor longo, o adutor curto e o adutor ?magno. Completam o grupo o músculo pectíneo e o músculo ?grácil. Todos eles têm origem no púbis; só o adutor magno que além do púbis, origina-se também no ísquio. Todos se inserem no fêmur, m enos o do grácil cuja inserção é na ?tíbia. Todos aduzem a coxa, por exemplo, comprimindo-as ou cruzando uma sobre a outra, na posição sentada.
Neste momento, estamos lendo sobre os adutores em quatro livros. Um deles assegura que os adutores rodam lateralmente a coxa, outro afiança que a rodam medialmente, um terceiro garante que as afirmações são contraditórias e prefere não opinar e o quarto é omisso quanto a isso.
A identificação do grácil, do adutor longo e do pectíneo, na coxa dissecada, é muito fácil devido à posição superficial deles quando se olha de frente. O adutor curto é quase todo coberto pelo longo e pelo pectíneo. O adutor magno, apesar de ser muito vasto, fica escondido pelos outros todos. Pelo aspecto medial, ele é visto entre o grácil e o semimembranáceo.
O grupo lateral de músculos da coxa é reduzido. O único músculo que é restrito ao compartimento lateral sem invadir outros compartimentos é o ?tensor da fáscia lata. O músculo vasto lateral aparece na lateral, mas pertence ao compartimento anterior. O músculo glúteo máximo é posterior da coxa, mas uma parte fica na lateral e tem em comum com o tensor da fáscia lata a inserção no trato iliotibial. O glúteo médio também tem uma parte superior que aparece na lateral.
A fáscia lata (fáscia da coxa) reveste todos os músculos da coxa, mas tem uma espessura notável em forma de faixa, notadamente na face lateral -- é o trato ?iliotibial da fáscia lata, que vai até o joelho. A ele estão ligados os músculos glúteo máximo e tensor da fáscia lata. Este último, com sua contração, ajuda a estabilizar o joelho, mas a sua ação principal é a da ?abdução da coxa. Auxilia também na flexão e na rotação medial da coxa.
Os músculos da perna são também revestidos por uma fáscia que vai do joelho à face dorsal do pé -- é a fáscia da perna. O pé possui na planta uma aponeurose plantar bem mais densa que a aponeurose palmar.
Em resumo, os músculos anteriores deslocam a perna e a coxa para ?frente; os posteriores, para ?trás; os laterais deslocam a coxa lateralmente; e os mediais, medialmente. Completando, a rotação medial da coxa é feita pelos glúteos médio e mínimo e pelo tensor da fáscia lata e a rotação lateral pelos glúteo máximo, piriforme, obturadores, gêmeos e adutores.

Respostas (pela ordem de sequência): sacro, estende, trocânter maior, medialmente, túber isquiático, flexionando, tíbia, poplítea, ílio, flexão, tuberosidade, flete, magno, grácil, tíbia, tensor da fáscia, iliotibial, abdução, frente, trás.

Músculos que movimentam o pé – Dividindo a perna por áreas, começamos pela posterior. A panturrilha é formada pelos músculos gastrocnêmio e ?sóleo, que se inserem no osso calcâneo por meio de um tendão comum (tendão do calcâneo) e promovem a ?flexão plantar. São muito ativos na marcha, na corrida e no salto.
De todos os músculos da perna, é o único que além de mover o pé, move a própria perna. Isto porque ele tem a sua origem nos ?côndilos medial e lateral do fêmur e, fazendo ponto fixo nessa origem, passam pela articulação do joelho e fletem a perna, auxiliando assim os demais flexores da perna. Mas, se a perna estiver fixa ele move apenas o pé, levantando o osso ?calcâneo. O sóleo não move a perna porque sua origem é na tíbia e na fíbula, ossos da própria perna. O músculo tibial posterior também é posterior, situado mais profundamente, tem origem na tíbia e na ?fíbula e inserção no tarso e base de metatarsais II a IV. Tem função de flexionar o pé (flexão plantar) e ?inverter o pé (inversão). O músculo flexor longo dos dedos (dedos II a IV) toma origem na tíbia, ao lado do flexor longo do hálux (dedo I), que tem origem na fíbula. Correm juntos e seus longos tendões vão perdendo suas fibras musculares, contornam medialmente o calcâneo atrás do maléolo medial da tíbia e vão para a face ?plantar do pé, a fim de se inserirem nas ?falanges distais dos dedos.
Existe um músculo flexor curto dos dedos na face plantar. Começa no calcâneo e se estende até a falange média dos dedos II a V para flexioná-los.
Outro músculo posterior, o plantar, tem um pequeno ventre muscular preso ao fêmur, seguido de longo tendão que se une ao tendão calcâneo e passa a integrá-lo. O músculo plantar tem importância relativa.
A visão do gastrocnêmio na peça anatômica é privilegiada, por ser superficial e bem aparente. O sóleo, subjacente a ele, pode ser visto de duas maneiras: por inteiro, levantando-se o gastrocnêmio e numa visão lateral entre o gastrocnêmio e o fibular longo. Não é raro deparar-se com a terminologia tríceps sural para determinar o conjunto das duas porções do músculo gastrocnêmio e o músculo sóleo. Lateralmente, logo é visto o músculo fibular longo e, subjacente a ele, o fibular curto; os tendões de ambos se encaminham para a planta do pé depois de cruzar lateralmente o calcâneo e o tálus, logo atrás do maléolo lateral. O músculo flexor longo dos dedos também se encaminha em direção à planta com seus quatro tendões terminais (o hálux tem um músculo próprio). Passe a examinar também a perna por medial e reconheça atrás da tíbia o gastrocnêmio e o sóleo e se esforce para descobrir o flexor longo dos dedos. Na área medial da perna não há um músculo que pertença a ela propriamente.
Na área lateral, sobressai o músculo ?fibular longo, desde a cabeça da fíbula até o metatarsal I. Ele cobre o ?fibular curto, que tem origem mais baixa, também na fíbula e insere-se no metatarsal V. devido a essas inserções assim bem distribuídas, na medial e na lateral da sola do pé eles flexionam o pé (flexão plantar) de maneira equilibrada. Além do mais são ?eversores (pé para fora) do pé.
Os músculos anteriores dorsiflexionam o pé. O músculo tibial anterior é o mais aparente; salienta-se como acompanhante da fíbula, da qual toma origem nas proximidades do côndilo ?lateral. Seu tendão, forte e longo, contorna a borda medial do pé e insere-se no ?metatarsal I e no cuneiforme medial. Além de fazer dorsiflexão faz a inversão do pé. O músculo extensor longo dos dedos também nasce do côndilo lateral da tíbia, e da fíbula e estende- se com seus tendões às falanges dos dedos II a V. Pelo seu tamanho de “dedão”, o hálux (dedo I) tem o privilégio de ter um músculo somente para ele – é o extensor longo do ?hálux, que vai até a sua falange distal. Estes dois músculos são sinergistas na dorsiflexão.
Existe um músculo extensor curto dos dedos na face dorsal do pé. Começa no calcâneo e se estende até a falange proximal dos dedos. O hálux continua sendo privilegiado: além do flexor longo, tem um extensor longo, um flexor curto, um abdutor e um adutor.
A vista anterior permite divisar a diáfise da tíbia e lateralmente a ela o músculo tibial anterior e mais profundamente o extensor longo dos dedos e o extensor longo do hálux, todos com seus longos tendões. Se for possível, identifique a membrana interóssea, à qual estão presos os citados músculos, o que não é fácil sem dissecar mais porque os músculos a escondem. É possível seguir os tendões desses músculos e verificar seus sítios de inserção.
Os músculos lumbricais e interósseos da mão e do pé foram propositalmente omitidos.
A inervação dos músculos também ficou de fora, mas os interessados podem encontrar o assunto no livro adotado.
O livro também trás um resumo da origem, inserção e ação de cada músculo.

Respostas (pela ordem de sequência): sóleo, flexão plantar, côndilos, calcâneo, fíbula, inverter, plantar, falanges, fibular, fibular, eversores, lateral, metatarsal I, hálux.

Teste seu conhecimento

Os músculos que movem a perna são:

() bíceps femoral, sóleo, vasto lateral e vasto medial () tibial anterior, gastrocnêmio, reto femoral e semimembranáceo () bíceps femoral, semitendíneo, sartório e vasto medial () vasto lateral, sóleo, gastrocnêmio e tibial anterior () sartório, músculos adutores, glúteo médio e reto femoral. ?terceira
Os músculos que movimentam a coxa são:
() bíceps femoral, sóleo, vasto lateral e vasto medial () tibial anterior, gastrocnêmio, reto femoral e semimembranáceo () bíceps femoral, semitendíneo, gastrocnêmio e vasto medial () vasto lateral, sóleo, glúteo máximo e tibial anterior () glúteo máximo, músculos adutores, glúteo médio e reto femoral. ?quinta
Os músculos que movem diretamente a perna são:
() bíceps femoral, glúteo médio e glúteo máximo; () glúteo máximo, reto femoral e gastrocnêmio; () gastrocnêmio, iliopsoas e vasto medial; () vasto medial, reto femoral e sartório; () sartório, tibial anterior e bíceps femoral. ?quarta
O músculo que abduz (faz abdução) a coxa é o:
() vasto medial; () tensor da fáscia lata; () glúteo máximo; () iliopsoas; () nenhum deles. ?segunda

Complete:
- O músculo quadríceps femoral promove o movimento de ?extensão da perna e o músculo glúteo máximo promove os movimentos de ?extensão e ?rotação lateral da coxa.
- O músculo adutor magno promove os movimentos de ?adução e ?rotação lateral da coxa; e o músculo sóleo promove o movimento de ?flexão plantar do pé.

Relacione a coluna da esquerda com a da direita, colocando as letras nos parênteses.

A. faz a abdução da perna () músculo semitendíneo ?B
B. tem origem no túber isquiático do ísquio () músculo glúteo máximo ?D
C. faz a adução da coxa () músculo gastrocnêmio ?F
D. promove a rotação lateral da coxa () músculo tensor da fáscia lata ?E
E. é sinergista do glúteo médio na abdução da coxa () nenhum músculo ?A
F. é antagonista do músculo tibial anterior () músculo adutor curto ?C


Relacione a coluna da esquerda com a da direita, colocando nos parênteses as letras correspondentes.

A. músculo sóleo () faz parte do quadríceps femoral ?D
B. músculo tensor da fáscia lata () promove a dorsiflexão ?E
C. músculo iliopsoas () ajuda o glúteo médio na abdução da coxa ?B
D. músculo vasto intermédio () insere-se no fêmur (trocânter menor) ?C
E. músculo tibial anterior () promove a flexão plantar ?A
F. músculo reto femoral () promove a flexão do quadril ?F


Preencha os seis espaços vazios no Quadro abaixo
Resumo dos principais músculos que movimentam a perna, o pé e os dedos

Músculo Origem Inserção Função
Reto femoral   Tuberosidade da tíbia  
Semimembranáceo Túber isquiático Tíbia  
Sartório Ílio   Flexiona a coxa e a perna
Gastrocnêmio   Calcâneo Flexiona a perna e o pé (flexão plantar)
Sóleo Tíbia e fíbula   Flexiona o pé (flexão plantar)


Respostas (pela ordem de sequência): terceira, quinta, quarta, segunda, extensão, extensão, rotação lateral, adução, rotação lateral, flexão plantar, B, D, F, E, A, C -- D, E, B, C, A, F. Para conferir os vazios dos Quadros, consulte novamente o texto ou o livro.

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